Brincar e educar no ensino infantil
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A criança brinca. Este é seu “trabalho”, alguns diriam. Desde muito pequena, descobre seu mundo brincando, correndo, se escondendo, manipulando e explorando objetos quaisquer sejam as condições e contextos. Na escola, majoritariamente, a brincadeira tem seu lugar na chamada “hora do intervalo”, em espaços e tempos definidos. Seria possível, para não dizer necessário, que a sala de aula fosse um lugar de ensino, mas também de brincar?

Há diversos estudos que abordam o brincar como atividade lúdica e de possível inserção na prática pedagógica, em diferentes níveis. L. S. Vigotski (1896-1934), teorizador da Psicologia histórico-cultural, aponta que a brincadeira pode funcionar como uma mediação essencial para que a criança alcance novos potenciais de desenvolvimento, visto que, brincando, ela cria e constrói novos sentidos e significantes para sua própria existência (Vigotski, 2007). Esses potenciais de desenvolvimento são constituídos nas chamadas “zonas de desenvolvimento proximais”. Essas podem ser zonas “reais”, concebendo o que as crianças já são capazes de fazer, e “potenciais”, como aquilo que elas poderiam ser capazes de realizar, com o auxílio de algo ou alguém.

 

 


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