O livre-arbítrio em Tomás de Aquino: uma reflexão
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 Créditos
 

Tomás de Aquino ao falar sobre o livre-arbítrio, vai afirmar que existem três tipos de apetite: O natural, o sensitivo e o racional. As pedras apenas possuem o apetite natural, pois elas possuem nela mesma um princípio determinado pela gravidade que as empurra naturalmente para baixo. Em outras palavras as pedras são apenas passivas em seu movimento, somente se deslocando pela intervenção de outro corpo ou coisa que a empurra. Diferente das pedras, os animais possuem aquilo que é chamado de apetite sensitivo, ou seja, os animais se movimentam apenas pelos sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato). Quando a ovelha observa o lobo, naturalmente ela foge, pois sua visão ver o lobo como uma ameaça. Assim, os animais julgam por meio de um instinto natural, mas não por liberdade de arbítrio. Mas acima das pedras e dos animais, existem os homens, estes possuem aquilo que é chamado apetite racional, que permite ao mesmo deliberar, refletir, raciocinar e por fim escolher determinada coisa, e é aqui que reside o livre-arbítrio. O homem é livre pelo fato de ser racional e por meio de seu livre-arbítrio os seres humanos pode refrear os seus impulsos e instintos.

 


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