SEMANA 22
Introdução Tarefa Processo Avaliação Conclusão Créditos

Atividades a serem desenvolvidas

 

1º grupo: Primeira fase do modernismo- ( Escritores e outros) Mário de Andrade / Oswald de Andrade e Manuel Bandeira

 

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;

b) Apresentar biografia dos artistas escritores; Relatar de forma resumida sobre a primeira fase do modernismo no Brasil e as características das obras Expor as informações em cartaz.

 

2º grupo:  Dramatização “Como surgiu a ideia da semana da Arte moderna” 

Link: Sugerido: https://www.youtube.com/watch?v=zc2AHqe9zrw

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;  ver o vídeo,  do link acima.

b) Apresentar em cartaz, relatando as informações coletadas, de forma escrita para exposição.  

 

3º grupo:  Contexto histórico dos acontecimentos marcantes nesse período da semana da arte moderna;

 

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;

b) Apresentar oralmente e  de forma  resumida, os resultado da pesquisa, explanando em cartaz para exposição (com imagens) com as principais informações coletadas;

 

4º grupo: Música- Guiomar Novaes / Villa-Lobos/ Ernani Braga e Frutuoso Viana;

 

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;

b) Apresentar biografia dos artistas; escolher uma obra (música) de um dos artistas, e fazer  uma para análise; expor as informações em cartaz.

 

5º grupo: Pintura e Desenho- Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Yan de Almeida Prado, John Graz, Oswaldo Goeldi

 

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;

b) Apresentar biografia dos artistas; escolher algumas obras para leitura relatar características das obras; Expor as informações em cartaz.

 

6º grupo: Escultura- Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e Wilhelm Haarberg.

 

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;

b) Apresentar biografia dos artistas; Escolher Algumas obras (imagens/ fotos das esculturas);Escolher uma escultura para reproduzir e apresentar; Expor as informações em cartaz.

 

7º grupo: Escritores - Mário e Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Sérgio Milliet, Plínio Salgado.

 

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;

b) Apresentar biografia dos artistas escritores ; Escolher Algumas obras (poesia / poema )  Apresentar /Ler/ recitar; Expor as informações em cartaz.

 

8º grupo:  Arquitetura. - Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel.

 

a) Realizar a pesquisa da proposta acima,e fazer uma postagem na webquest;

 

b)  Apresentar biografia dos artistas; Escolher Algumas obras (imagens/ fotos das arquiteturas);Escolher uma arquitetura para reproduzir e apresentar; Expor as informações em cartaz.

Julia

GRUPO 4 3AN A NORTURNO

 

Alunos:  GRUPO 4
GUIMAR NOVAESFilha de Manoel José da Cruz Novaes e Anna de Carvalho Menezes Novaes. Era a décima sétima de dezenove crianças. A família de Guiomar era composta por vinte e uma pessoas. Dos dezenove filhos do casal Novaes oito morreram e foram criados onze: Maria Amélia, Jorge, Alice, Anthenora, Tereza, Anália, América, Accacio, Guiomar, Gastão e Aurora.Seu pai, mais conhecido como Manoelzinho, nasceu em Vassouras-RJ, em 1849. Era Major e negociava com café. Seus negócios da cidade de São Paulo foram transferidos para São João da Boa Vista na última década do século XIX. Sua mãe nasceu em Areias. O casal Novaes deixou São Paulo para visitar os pais e o irmão de Dona Anna, mãe de Guiomar, porém as férias se estenderam e permaneceram mais tempo na cidade, dando tempo de nascer a pequenina Guiomar e permaneceram na cidade até que ela completasse seis anos (1902).Guiomar Novaes começou a tocar aos 4 anos. Quando "descobriu" o piano, uma força e um encantamento a fazia tocar impulsivamente. Era uma criança musical e quando ouvia outras crianças no jardim da infância cantarem, logo ia para o piano e tocava o que acabara de ouvir. O pai arranjou um professor para a filha prodigiosa. No dia 21 de fevereiro de 1914, portando uma gloriosa bagagem, Guiomar Novaes reaparece na sua terra, São João da Boa Vista. Não tinha sido a vinda de Guiomar a São João devidamente divulgada e a cidade deixou de promover uma recepção popular, como era de se esperar. Por iniciativa do jornal O MUNICÍPIO, reuniu-se no dia seguinte no jardim público um grande contingente de pessoas que, precedidas pela banda de música do Maestro Aquilino e sob o alvoroço contagiante provocado pelos rojões que espocavam no alto, caminharam para avenida D. Gertrudes, até a residência do ativo e sempre festeiro João Osório (atual sede do Palmeiras) onde hospedava a concertista. Foi uma vibrante manifestação pública á nossa mais famosa conterrânea. Guiomar, falando sobre sua cidade natal disse: "Assim como o tempo da infância é o melhor tempo de nossa vida, a cidade em que nascemos, é o mais belo recanto do mundo.". Nessa mesma noite, no Centro Recreativo Sanjoanense, ao lado da casa onde ela havia nascido, teve o lugar o Concerto de Guiomar Novaes, realizado em benefício das obras da Igreja Matriz de São João.ERNANI BRAGAErnani Braga nasceu no Rio de Janeiro em 10 de janeiro 1888. Era filho de portugueses, estudou piano com os melhores professores da época. Foi recompensado com uma bolsa de estudos na França onde conheceu sua esposa Eponina D'Atri. Foi um compositor do início do século passado. Harmonizou cantigas interessantes. Em Pernambuco deixou importante marca no mundo musical da cidade. Participou da Semana de Arte Moderna de 1922 em São Paulo ao lado de Villa Lobos, como seu intérprete.Visitando pela primeira vez o Recife em 1927, em turnê de concertos pelo norte do país, Ernani Braga, de volta dessa turnê resolveu aqui se fixar. Com seu temperamento irrequieto e sua vitalidade latente, começou Ernani Braga, logo em 1928, a expor as suas idéias como crítico musical do jornal A Província e a lutar pela criação de um Conservatório de Música no Recife.Muitas pessoas o consideraram "um Maluco",pois achavam que a cidade não comportava um Conservatório. O tempo passou. O sonho de Ernani Braga pôde se tornar realidade, com a fundação, em 1930, do atual Conservatório Pernambucano de Música.Ernani Braga foi seu fundador e dirigiu o Conservatório por 9 anos.sitando pela primeira vez o Recife em 1927, em turnê de concertos pelo norte do país, Ernani Braga, de volta dessa turnê resolveu aqui se fixar. Com seu temperamento irrequieto e sua vitalidade latente, começou Ernani Braga, logo em 1928, a expor as suas idéias como crítico musical do jornal A Província e a lutar pela criação de um Conservatório de Música no Recife.Muitas pessoas o consideraram "um Maluco",pois achavam que a cidade não comportava um Conservatório. O tempo passou. O sonho de Ernani Braga pôde se tornar realidade, com a fundação, em 1930, do atual Conservatório Pernambucano de Música.Ernani Braga foi seu fundador e dirigiu o Conservatório por 9 anos.sitando pela primeira vez o Recife em 1927, em turnê de concertos pelo norte do país, Ernani Braga, de volta dessa turnê resolveu aqui se fixar. Com seu temperamento irrequieto e sua vitalidade latente, começou Ernani Braga, logo em 1928, a expor as suas idéias como crítico musical do jornal A Província e a lutar pela criação de um Conservatório de Música no Recife.Muitas pessoas o consideraram "um Maluco",pois achavam que a cidade não comportava um Conservatório. O tempo passou. O sonho de Ernani Braga pôde se tornar realidade, com a fundação, em 1930, do atual Conservatório Pernambucano de Música.Ernani Braga foi seu fundador e dirigiu o Conservatório por 9 anos.O pianista e compositor ERNANI BRAGA faleceu em São Paulo na data de 29 de setembro de 1948.FRUTUOSO VIANAFrutuoso Viana nasceu em Minas Gerais no dia 6 de setebro1896 e morreu no Rio de Janeiro em 1976. Começou estudando piano com oito anos e depois foi transferido para o Rio com 18 anos onde estudou com Henrique Oswald no Instituto Nacional de Música e começou a compor em 1920 e a lecionar piano no ano seguinte, foi regente do Coral Paulistano.Escreveu músicas especialmente para piano e para canto. Em 1912 Frutuoso conhece Villa- lobos e ele pediu para o músico compor uma para a Semana da arte Moderna. Depois, em 1923 Viana viaja para a Europa, volta ao Brasil em 1926.4 anos depois em São Paulo foi nomeado professor de piano no Instituto de Música Teatro , casa com Maria Julia Brasil e tem dois filhos. Em 1941 passou a morar no Rio de Janeiro e passou a ser professor de piano no Colégio Bennett. Em 1974 recebeu uma medalha do Governo de Minas.VILLA - LOBOS Heitor Villa-Lobos (1887-1959) foi o mais importante e reconhecido maestro brasileiro. Além de maestro, ele foi compositor e sua figura teve grande importância no período do modernismo no Brasil.Seu talento foi essencial para trazer à tona aspectos de uma música brasileira, com foco na cultura popular e regional.Heitor Villa-Lobos nasceu em 5 de março de 1887, no Rio de Janeiro.A influência musical do maestro foi direcionada pelo pai, que o ensinou a tocar clarinete e violoncelo.Aos seis anos, Villa-Lobos é levado a reconhecer características do gênero, caráter, origem, estilo e ruído musicais.A família morava, então, no Estado de Minas Gerais. Na mesma época, sob a influência de uma tia, começa a ouvir as composições de Johann Sebastian Bach (1685-1750).A obra do compositor alemão é importante inspiração para o trabalho de Villa-Lobos e sua carreira em geral.Essa característica é verificada nas nove peças "Bachianas Brasileiras", uma de suas mais importantes composições. A segunda peça da obra é denominada "Trenzinho Caipira".De volta ao Rio de Janeiro, Villa-Lobos é seduzido pelo "choro". O estilo de música popular não era aprovado pelos pais e o rapaz passa a estudar violão escondido. A transgressão resulta em uma série de 14 obras, "Choros".O amadurecimento musical do futuro maestro é iniciado por uma série de viagens ao interior do Brasil. O percurso inclui o Espírito Santo, Bahia e Pernambuco a partir de 1905. Quatro anos depois, Villa-Lobos chega ao interior paranaense, em Paranaguá, onde toca violoncelo e violão.Cidades do interior nortista e nordestino estão no percurso realizado entre 1911 e 1912. O conhecimento das peculiaridades regionais influencia diretamente na obra do maestro, que retorna ao Rio de Janeiro em 1913.No mesmo ano, casa com a pianista e professora de música Lucília Guimarães (1886-1966).ampliação do conhecimento e atuação musical do Villa-Lobos ocorre em sua primeira temporada em Paris.O maestro brasileiro chegou à capital francesa em 1923, com apoio financeiro da Câmara dos Deputados. Na cidade, é influenciado diretamente pela obra do russo Ígor Stravinsky (1882-1971).Em Paris, Villa-Lobos recebe apoio de artistas brasileiros, como Tarsila do Amaral (1886-1973).GRUPO 4 ... MUSICATrenzinho Caipir;Heitor Villa LobosLá vai o trem com o meninoLá vai a vida a rodarLá vai ciranda e destinoCidade e noite a girarLá vai o trem sem destinoPro dia novo encontrarCorrendo vai pela terraVai pela serraVai pelo marCantando pela serra do luarCorrendo entre as estrelas a voarNo ar no ar no ar no ar no arLá vai o trem com o meninoLá vai a vida a rodarLá vai ciranda e destinoCidade e noite a girarLá vai o trem sem destinoPro dia novo encontrarCorrendo vai pela terraVai pela serraVai pelo marCantando pela serra do luarCorrendo entre as estrelas a voarNo ar no ar no ar

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Grupo 1- 3°A Noturno (Athur, Emily Santos, Fernando, Milena, Kethlin, Lorrane)

                 Escritores (Mário de Andrade/Oswaldo de Andrade e Manuel Bandeira )

Mário Raul de Morais Andrade nasceu na cidade de São Paulo, no dia 09 de outubro de 1893.De família humilde, Mário possuía dois irmãos e desde cedo mostrou grande inclinação às artes, notadamente a literatura.m 1917, estudou piano no “Conservatório Dramático e Musical de São Paulo”, ano da morte de seu pai, o Dr. Carlos Augusto de Andrade.Nesse mesmo ano, com apenas 24 anos, publica seu primeiro livro intitulado “Há uma Gota de Sangue em cada Poema”.Mais tarde, em 1922, publica a obra de poesias “Paulicéia Desvairada” e torna-se Catedrático de História da Música, no “Conservatório Dramático e Musical de São Paulo”.Nesse mesmo ano, auxiliou na organização da Semana de Arte Moderna trabalhando ao lado de diversos artistas.Com Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Menotti del Picchia, formaram o grupo modernista que ficou conhecido como o "Grupo dos Cinco".Dedicado à seu grande prazer, a literatura, em 1927, publica a obra “Clã do Jabuti”, pautada nas tradições populares. Nesse mesmo ano, publica o romance intitulado “Amar, Verbo Intransitivo”, onde critica a hipocrisia sexual da burguesia paulistana.Mário foi um estudioso do folclore, da etnografia e da cultura brasileira. Portanto, em 1928, publica o romance (rapsódia) “Macunaíma”, uma das grandes obras-primas da literatura brasileira.Essa obra foi desenvolvida através de seus anos de pesquisa a qual reúne inúmeras lendas e mitos indígenas da história do “herói sem nenhum caráter”.Durante 4 anos, (1934 a 1938) trabalhou na função de diretor do “Departamento de Cultura do Município de São Paulo”.Em 1938, muda-se para o Rio de Janeiro. Foi nomeado catedrático de Filosofia e História da Arte e ainda, Diretor do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal.Retorna à sua cidade natal, em 1940, onde começa a trabalhar no Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN).Poucos anos depois, sua saúde começa a ficar frágil. No dia 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos de idade, Mário de Andrade falece em São Paulo, vítima de um ataque cardíaco.

Oswald de Andrade nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Formou-se em Direito e ingressou na carreira jornalística.Em 1911 iniciou sua vida literária no jornal semanal “O Pirralho”, que fundou e dirigiu junto com Alcântara Machado e Juó Bananère.Filho de família rica, em 1912, viaja para Europa. A estada em Paris, além das ideias futuristas, deu-lhe uma companheira, Kamiá, mãe de seu primeiro filho nascido em 1914.Em 1917 volta para São Paulo e nesse mesmo ano em sua coluna no Jornal do Comércio defende Anita Malfatti das críticas de Monteiro Lobato. Tem participação ativa na Semana de Arte Moderna de 1922.Viaja novamente para a Europa e em Paris, na Sorbonne, dá a Conferência "O Esforço Intelectual do Brasil Contemporâneo".Faz várias amizades no meio artístico o que lhe permite estar em contato com as correntes de vanguardas. Já no Brasil, Oswald assume o papel de liderança do Movimento Modernista.Homem polêmico, irônico, gozador, teve uma vida atribulada, foi o idealizador dos principais manifestos modernistas, entre eles, o Manifesto Pau-Brasil.Em 1926, casa-se com Tarsila do Amaral, que faz as ilustrações de seu primeiro livro de poemas, “Pau-Brasil”.

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu no dia 19 de abril de 1886, no Recife, Pernambuco.Aos dez anos de idade mudou-se para o Rio de Janeiro onde estudou no Colégio Pedro II entre os anos de 1897 a 1902. Mais tarde, formou-se em Letras.Em 1903, começa a estudar Arquitetura na Faculdade Politécnica em São Paulo. No entanto, abandona o curso pois sua saúde fica frágil.Diante disso, procura curar-se da tuberculose em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Suíça, onde permanece durante um ano.De volta ao Brasil, em 1914, dedica-se a sua verdadeira paixão: a literatura. Durante anos de trabalhos publicados em periódicos, publica seu primeiro livro de poesias intitulado “A Cinza das Horas” (1917).Em sua trajetória laboral, destaca sua atuação como professor de Literatura Universal no Externato do Colégio Pedro II, em 1938.Foi também professor de Literatura Hispano-Americana, de 1942 a 1956​, da Faculdade Nacional de Filosofia, onde se aposentou.Faleceu no Rio de Janeiro, aos 82 anos, em 13 de outubro de 1968, vítima de hemorragia gástrica.

Modernismo primeira fase:  Como você já viu aqui, a semana de 22 marcou o início da primeira fase do modernismo.  A primeira geração modernista é chamada de “fase heróica”, e vai até o ano de 1930.Os escritores e artistas dessa fase queriam transformar toda a literatura e arte que vinham fazendo. Moderno e novo são as palavras-chaves para essa época. O Modernismo foi criado no período compreendido entre 1922 a 1930 e teve início com o marco da Semana de Arte Moderna em fevereiro 1922, no teatro Municipal de São Paulo e pretendia fazer com que a população, de modo geral, tomasse consciência da realidade brasileira. Este movimento cultural foi idealizado e liderado por um grupo de artistas integrado pelos escritores Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia e pela pintora Anita Malfatti, além de contar com várias participações artísticas.É considerado um movimento não só artístico como também político e social, já que se opunha à política totalitária da época, bem como da contradição social entre os proletários e imigrantes e as oligarquias rurais.A Semana de Arte Moderna trouxe um rompimento, uma destruição das estruturas clássicas, acadêmicas, harmônicas, e por esse motivo tem caráter anárquico e destruidor. Mário de Andrade chamou a primeira fase do Modernismo de “fase da destruição”, já que é totalmente contraditória ao parnasianismo ou simbolismo das décadas anteriores. Os artistas têm em comum a busca pela origem, daí vem o nacionalismo e acarreta a volta às origens e valorização do índio brasileiro.

Características do modernismo primeira fase

– Ruptura com a gramática;

– Proximidade com a linguagem oral;

-Gírias;

– Arte mais brasileira e próxima da realidade;

– Sátira;

– Humor.

Contexto Histórico da Primeira Fase do Modernismo O movimento modernista aconteceu no século XX, e no Brasil ainda estava em alta a Elite do Café com Leite. Ou seja, o poder se alternava entre os políticos de São Paulo (estado que produzia o café) e os políticos de Minas Gerais (estado que produzia o leite).Até então, a arte que existia aqui era inspirada nas coisas da Europa, tudo com um toque clássico. Foi então que surgiu os artista do Modernismo, que vinham com experiências da Europa, pois muitos estudaram lá, mas querendo fazer algo diferente no Brasil, uma arte mais brasileira.

 

Componentes: Clerison Viana Souza, Gabriel, Jamile 

Escola: Ruy Barbosa 

Turma: 3 A                     Turno: Noturno

Grupo: 7

Biografia de Mário de Andrade

Mário de Andrade (1893-1945) foi um escritor brasileiro. Publicou "Pauliceia Desvairada" o primeiro livro de poemas da primeira fase do Modernismo. Estudou música no Conservatório de São Paulo. Foi crítico de arte em jornais e revistas. Teve papel importante na implantação do Modernismo no Brasil. Foi amigo inseparável de Anita Malfatti e Oswald de Andrade. Foi diretor do departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Foi funcionário do Serviço do Patrimônio Histórico do Ministério da Educação. Seu romance "Macunaíma" foi sua criação máxima, levada para o cinema.

Mário de Andrade (1893-1945) nasceu na rua da Aurora, São Paulo, no dia 9 de outubro de 1893. Filho de Carlos Augusto de Andrade e de Maria Luísa. Concluiu o ginásio e entrou para a Escola de Comércio Alves Penteado, tendo abandonado o curso depois de se desentender com o professor de Português. Em 1911 ingressou no Conservatório de Música de São Paulo, formando-se em piano.

Em 1917, com a morte de seu pai, dava aula particular de piano para se manter. Nesse mesmo ano conhece Anita Malfatti e Oswald de Andrade, tornando-se amigos inseparáveis. Ainda nesse ano com o pseudônimo de Mário Sobral, publicou seu primeiro livro "Há Uma Gota de Sangue em Cada Poema", no qual critica a matança produzida na Primeira Guerra Mundial.

No Primeiro Tempo do Modernismo (1922-1930) a lei era se libertar do modismo europeu, procurar uma linguagem nacional e promover a integração entre o homem brasileiro e sua terra. 1922 foi um ano importantíssimo para Mário de Andrade. Além da Semana de Arte Moderna, foi nomeado professor catedrático do Conservatório de Música. Publicou "Pauliceia Desvairada", onde reuniu seus primeiros poemas modernistas. Integrou o grupo fundador da revista Klaxon, que servia de divulgação para o Movimento Modernista.

Mário de Andrade fez várias viagens pelo Brasil, com o objetivo de estudar a cultura de cada região. Visitou cidades históricas de Minas, passou pelo Norte e Nordeste, recolhendo informações como festas populares, lendas, ritmos, canções, modinhas etc. Todas essas pesquisas lhe renderam obras como "Macunaíma", "Clã do Jabuti" e "Ensaio sobre a Música Brasileira".

Mário foi Diretor do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo, entre os anos de 1934 e 1938. Afastado do cargo por motivos políticos, ainda em 1938 foi para o Rio de Janeiro, onde lecionou Filosofia e História da Arte na Universidade. Foi incapaz de ficar longe de São Paulo, a cidade que amava, e em 1940 estava de volta. Foi ainda funcionário do Serviço do Patrimônio Histórico do Ministério da Educação.

Mário Raul de Morais Andrade faleceu em São Paulo, no dia 25 de fevereiro de 1945, vítima de um ataque cardíaco.

Obras de Mário de Andrade

Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, poesia, 1917
Pauliceia Desvairada, poesia, 1922
A Escrava que não é Isaura, ensaio, 1925
Losango Cáqui, poesia, 1926
Primeiro Andar, conto, 1926
Clã do Jabuti, poesia, 1927
Amar, Verbo Intransitivo, romance, 1927
Macunaíma, romance, 1928
Ensaio sobre a Música Brasileira, 1928
Compêndio da História da Música, 1929
Modinhas e Lundus Imperiais, 1930
Remate de Males, poesia, 1930
Música, Doce Música, 1933
Belazarte, conto, 1934
O Aleijadinho, ensaio, 1935
Álvares de Azevedo, ensaio, 1935
Namoros com a Medicina, 1939
Música do Brasil, 1941
Poesias, 1941
O Baile das Quatro Artes, ensaio, 1943
Aspectos da Literatura Brasileira, ensaio, 1943
Os Filhos da Candinha, crônicas, 1943
O Empalhador de Passarinhos, ensaio, 1944
Lira Paulistana, poesia, 1946
O Carro da Miséria, poesia, 1946
Contos Novos, 1946
Padre Jesuíno de Monte Carmelo, 1946
Poesias Completas, 1955
Danças Dramáticas do Brasil, 3 vol., 1959
Música de Feitiçaria, 1963
O Banquete, ensaio, 1978

Biografia de Oswald de Andrade

Oswald de Andrade (1890-1954) foi escritor e dramaturgo brasileiro. Fundou junto com Tarsila o "Movimento Antropófago". Foi uma das personalidades mais polêmicas do Modernismo. Era irônico e gozador, teve uma vida atribulada, foi militante político, foi o idealizador dos principais manifestos modernistas. Ao lado da pintora Anita Malfatti, do escritor Mário de Andrade e de outros intelectuais organizou a Semana de Arte Moderna de 1922.

Oswald de Andrade (1890-1954) nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Filho único de José Oswald Nogueira de Andrade e Inês Henriqueta Inglês de Souza Andrade. Estudou Ciências e Letras no Ginásio de São Bento, onde ouviu de um professor que ia ser escritor. Passou a comprar livros e a escrever. Em 1909, O Diário Popular publicou seu primeiro artigo “Penando”, uma reportagem da excursão do presidente Afonso Pena aos Estados do Paraná e Santa Catarina. Em 1911, fundou a revista semanal “O Pirralho”, que ele mesmo dirigiu, junto com Alcântara Machado e Juó Bananère. O semanário contava, entre outros colaboradores, com o pintor Di Cavalcanti.

Em 1912 fez sua primeira viagem à Europa. A estada em Paris, além das ideias futuristas, deu-lhe uma companheira, Kainá, mãe de seu primeiro filho nascido em 1914. De volta a São Paulo, alugou um apartamento na Rua Líbero Badaró. O local era frequentado por muitos intelectuais, entre eles: Monteiro Lobato, Guilherme de Almeida e Mário de Andrade. Nessa época, conviveu com Maria de Lourdes Olzani. Em 1917 sua revista foi fechada. Nesse mesmo ano, em sua coluna no Jornal do Comércio defende Anita Malfatti das críticas de Monteiro Lobato.

Em 1919 formou-se em Direito pela Faculdade de São Paulo. Foi o orador do Centro Acadêmico 11 de Agosto. Nunca advogou. Continuou jornalista, tornou-se o principal divulgador da renovação literária no Brasil. Foi muito importante o seu papel na Semana de Arte Moderna de 22 e nos anos de afirmação modernista. Nesse mesmo ano, faz sua segunda viagem à Europa. Em Paris, na Sorbonne, dá a conferência “O Esforço Intelectual do Brasil Contemporâneo”.

Oswald de Andrade lançou em 18 de março de 1924, um dos mais importantes manifestos do Modernismo "Manifesto Pau-Brasil", publicado no Correio da Manhã. Explicando o nome do manifesto, o autor diz "Pensei em fazer uma poesia de exportação. Como o pau-brasil foi a primeira riqueza brasileira exportada, denominei o movimento Pau-Brasil".

Em 1925 Oswald de Andrade lançou o livro de poemas "Pau-Brasil", em que põe em prática os princípios propostos no manifesto. O livro Pau-Brasil foi ilustrado por Tarsila do Amaral e apresenta uma literatura extremamente vinculada à realidade brasileira, a partir de uma redescoberta do Brasil.

Em 1926 casa-se com a pintora Tarsila do Amaral. Dois anos depois, radicalizando o movimento nativista, o seu "Manifesto Antropofágico" propõe que o Brasil devore a cultura estrangeira e crie uma cultura revolucionária própria. Nessa época, rompe com Mário de Andrade, separa-se de Tarsila do Amaral e casa-se com a escritora e militante política Patrícia Galvão, a Pagu. Em 1944, mais um casamento, com Maria Antonieta D'Aikmin, com quem teve duas filhas e permaneceu casado até o fim de sua vida.

José Oswald de Sousa Andrade morreu em São Paulo, no dia 22 de outubro de 1954.

Obras de Oswald de Andrade

Os Condenados, romance, 1922
Memórias Sentimentais de João Miramar, romance, 1924
Manifesto Pau-Brasil, 1925
Pau-Brasil, poesias, 1925
Estrela de Absinto, romance, 1927
Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade, 1927
Manifesto Antropófago, 1928
Serafim Pontes Grande, romance, 1933
O Homem e o Cavalo, teatro, 1934
O Rei da Vela, teatro, 1937
A Morta, teatro, 1937
Marco Zero I - A Revolução Melancólica, romance, 1943
A Arcádia e a Inconfidência, ensaio, 1945
Ponta de Lança, ensaio, 1945
Marco Zero II - Chão, romance, 1946
A Crise da Filosofia Messiânica, 1946
O Rei Floquinhos, teatro, 1953
Um Homem Sem Profissão, memórias, 1954
A Marcha das Utopias, 1966 (edição póstuma)
Poesias Reunidas, (edição póstuma)
Telefonemas, crônicas, (edição póstuma)

Biografia de Menotti Del Picchia

Menotti Del Picchia (1892-1988) foi um poeta, romancista, ensaísta, cronista, jornalista, advogado, tabelião e político brasileiro. Foi ativista do Modernismo, mas sua obra mais marcante é o poema “Juca Mulato”, em que a temática é o caboclo o maior traço do Pré-Modernismo.

Menotti Del Picchia (1892-1988) nasceu na cidade de São Paulo, no dia 20 de março de 1892, filho do jornalista Luigi Del Picchia e de Corina Del Corso, imigrantes italianos. Com cinco anos de idade mudou-se com a família para a cidade de Itapira. Iniciou seus estudos em Campinas, São Paulo e seguida estudou no Ginásio Diocesano São José, em Pouso Alegre, Minas Gerais.

De volta a São Paulo, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, concluindo o curso em 1913. Nesse mesmo ano publicou seu primeiro livro “Poemas do Vício e da Virtude”. No ano seguinte voltou para Itapira, onde trabalhou como advogado e dirigiu os jornais, Diário de Itapira e O Grito!

Em 1917, Menotti Del Picchia, futuro modernista, publicou o poema “Juca Mulato”, onde fixa o temperamento triste do brasileiro, que foi reproduzido em diversos jornais do país. Com inovações de linguagem, a obra levou o autor ao reconhecimento nacional. Nesse mesmo ano publicou o poema “Moisés”.

Menotti Del Picchia foi um dos articuladores e ativista da Semana de Arte Moderna, que ocorreu em São Paulo, entre 13 e 18 de fevereiro de 1922. O autor abriu a segunda noite, a mais importante e a mais tumultuada da Semana, com uma conferência em que era negada a filiação do grupo modernista ao futurismo de Marinetti, mas defendia a integração da poesia com os tempos modernos, a liberdade de criação e, ao mesmo tempo a criação de uma arte genuinamente brasileira.

Em 1924, Menotti criou, junto com Cassiano Ricardo, Plínio Salgado e Guilherme de Almeida, o Movimento Verde e Amarelo, como reação ao tipo de nacionalismo defendido por Oswald de Andrade.

Em 1933, convidado por Assis Chateaubriand, assumiu a direção do jornal Diário da Noite. Em 1938 foi indicado pelo governador Ademar de Barros, para a direção do Serviço de Publicidade e Propaganda do Estado de São Paulo. Em 1942, passa a dirigir o jornal A Noite. Em 1943, ocupou a cadeira n. 28 da Academia Brasileira de Letras.

Entre os anos de 1926 e 1962, Menotti ocupou os cargos de deputado estadual em duas legislaturas e federal em três legislaturas, ambos pelo Estado de São Paulo. Em 1960 recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia. Em 1968 foi agraciado com o título de Intelectual do Ano. Em 1987, é inaugurada em Itapira, a Casa Menotti Del Picchia, para preservação do seu acervo.

Menotti Del Picchia faleceu em São Paulo, no dia 23 de Agosto de 1988.

Obras de Menotti Del Picchia

Do Vício e da Virtude, 1913
Moisés, 1917
Juca Mulato, 1917
Angústia de D. João, 1922
O Amor de Dulcinéia, 1926
República dos Estados Unidos do Brasil, 1928
A República 3000, 1930
Salomé, 1930
Kalum o Sargento, 1936
Kamunká, 1938
Dente de Ouro, 1946
Deus Sem Rosto, 1967

Biografia de Menotti Del Picchia

Menotti Del Picchia (1892-1988) foi um poeta, romancista, ensaísta, cronista, jornalista, advogado, tabelião e político brasileiro. Foi ativista do Modernismo, mas sua obra mais marcante é o poema “Juca Mulato”, em que a temática é o caboclo o maior traço do Pré-Modernismo.

Menotti Del Picchia (1892-1988) nasceu na cidade de São Paulo, no dia 20 de março de 1892, filho do jornalista Luigi Del Picchia e de Corina Del Corso, imigrantes italianos. Com cinco anos de idade mudou-se com a família para a cidade de Itapira. Iniciou seus estudos em Campinas, São Paulo e seguida estudou no Ginásio Diocesano São José, em Pouso Alegre, Minas Gerais.

De volta a São Paulo, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, concluindo o curso em 1913. Nesse mesmo ano publicou seu primeiro livro “Poemas do Vício e da Virtude”. No ano seguinte voltou para Itapira, onde trabalhou como advogado e dirigiu os jornais, Diário de Itapira e O Grito!

Em 1917, Menotti Del Picchia, futuro modernista, publicou o poema “Juca Mulato”, onde fixa o temperamento triste do brasileiro, que foi reproduzido em diversos jornais do país. Com inovações de linguagem, a obra levou o autor ao reconhecimento nacional. Nesse mesmo ano publicou o poema “Moisés”.

Menotti Del Picchia foi um dos articuladores e ativista da Semana de Arte Moderna, que ocorreu em São Paulo, entre 13 e 18 de fevereiro de 1922. O autor abriu a segunda noite, a mais importante e a mais tumultuada da Semana, com uma conferência em que era negada a filiação do grupo modernista ao futurismo de Marinetti, mas defendia a integração da poesia com os tempos modernos, a liberdade de criação e, ao mesmo tempo a criação de uma arte genuinamente brasileira.

Em 1924, Menotti criou, junto com Cassiano Ricardo, Plínio Salgado e Guilherme de Almeida, o Movimento Verde e Amarelo, como reação ao tipo de nacionalismo defendido por Oswald de Andrade.

Em 1933, convidado por Assis Chateaubriand, assumiu a direção do jornal Diário da Noite. Em 1938 foi indicado pelo governador Ademar de Barros, para a direção do Serviço de Publicidade e Propaganda do Estado de São Paulo. Em 1942, passa a dirigir o jornal A Noite. Em 1943, ocupou a cadeira n. 28 da Academia Brasileira de Letras.

Entre os anos de 1926 e 1962, Menotti ocupou os cargos de deputado estadual em duas legislaturas e federal em três legislaturas, ambos pelo Estado de São Paulo. Em 1960 recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia. Em 1968 foi agraciado com o título de Intelectual do Ano. Em 1987, é inaugurada em Itapira, a Casa Menotti Del Picchia, para preservação do seu acervo.

Menotti Del Picchia faleceu em São Paulo, no dia 23 de Agosto de 1988.

Obras de Menotti Del Picchia

Do Vício e da Virtude, 1913
Moisés, 1917
Juca Mulato, 1917
Angústia de D. João, 1922
O Amor de Dulcinéia, 1926
República dos Estados Unidos do Brasil, 1928
A República 3000, 1930
Salomé, 1930
Kalum o Sargento, 1936
Kamunká, 1938
Dente de Ouro, 1946
Deus Sem Rosto, 1967

Biografia de Menotti Del Picchia

Menotti Del Picchia (1892-1988) foi um poeta, romancista, ensaísta, cronista, jornalista, advogado, tabelião e político brasileiro. Foi ativista do Modernismo, mas sua obra mais marcante é o poema “Juca Mulato”, em que a temática é o caboclo o maior traço do Pré-Modernismo.

Menotti Del Picchia (1892-1988) nasceu na cidade de São Paulo, no dia 20 de março de 1892, filho do jornalista Luigi Del Picchia e de Corina Del Corso, imigrantes italianos. Com cinco anos de idade mudou-se com a família para a cidade de Itapira. Iniciou seus estudos em Campinas, São Paulo e seguida estudou no Ginásio Diocesano São José, em Pouso Alegre, Minas Gerais.

De volta a São Paulo, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, concluindo o curso em 1913. Nesse mesmo ano publicou seu primeiro livro “Poemas do Vício e da Virtude”. No ano seguinte voltou para Itapira, onde trabalhou como advogado e dirigiu os jornais, Diário de Itapira e O Grito!

Em 1917, Menotti Del Picchia, futuro modernista, publicou o poema “Juca Mulato”, onde fixa o temperamento triste do brasileiro, que foi reproduzido em diversos jornais do país. Com inovações de linguagem, a obra levou o autor ao reconhecimento nacional. Nesse mesmo ano publicou o poema “Moisés”.

Menotti Del Picchia foi um dos articuladores e ativista da Semana de Arte Moderna, que ocorreu em São Paulo, entre 13 e 18 de fevereiro de 1922. O autor abriu a segunda noite, a mais importante e a mais tumultuada da Semana, com uma conferência em que era negada a filiação do grupo modernista ao futurismo de Marinetti, mas defendia a integração da poesia com os tempos modernos, a liberdade de criação e, ao mesmo tempo a criação de uma arte genuinamente brasileira.

Em 1924, Menotti criou, junto com Cassiano Ricardo, Plínio Salgado e Guilherme de Almeida, o Movimento Verde e Amarelo, como reação ao tipo de nacionalismo defendido por Oswald de Andrade.

Em 1933, convidado por Assis Chateaubriand, assumiu a direção do jornal Diário da Noite. Em 1938 foi indicado pelo governador Ademar de Barros, para a direção do Serviço de Publicidade e Propaganda do Estado de São Paulo. Em 1942, passa a dirigir o jornal A Noite. Em 1943, ocupou a cadeira n. 28 da Academia Brasileira de Letras.

Entre os anos de 1926 e 1962, Menotti ocupou os cargos de deputado estadual em duas legislaturas e federal em três legislaturas, ambos pelo Estado de São Paulo. Em 1960 recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia. Em 1968 foi agraciado com o título de Intelectual do Ano. Em 1987, é inaugurada em Itapira, a Casa Menotti Del Picchia, para preservação do seu acervo.

Menotti Del Picchia faleceu em São Paulo, no dia 23 de Agosto de 1988.

Obras de Menotti Del Picchia

Do Vício e da Virtude, 1913
Moisés, 1917
Juca Mulato, 1917
Angústia de D. João, 1922
O Amor de Dulcinéia, 1926
República dos Estados Unidos do Brasil, 1928
A República 3000, 1930
Salomé, 1930
Kalum o Sargento, 1936
Kamunká, 1938
Dente de Ouro, 1946
Deus Sem Rosto, 1967

Biografia de Menotti Del Picchia

Menotti Del Picchia (1892-1988) foi um poeta, romancista, ensaísta, cronista, jornalista, advogado, tabelião e político brasileiro. Foi ativista do Modernismo, mas sua obra mais marcante é o poema “Juca Mulato”, em que a temática é o caboclo o maior traço do Pré-Modernismo.

Menotti Del Picchia (1892-1988) nasceu na cidade de São Paulo, no dia 20 de março de 1892, filho do jornalista Luigi Del Picchia e de Corina Del Corso, imigrantes italianos. Com cinco anos de idade mudou-se com a família para a cidade de Itapira. Iniciou seus estudos em Campinas, São Paulo e seguida estudou no Ginásio Diocesano São José, em Pouso Alegre, Minas Gerais.

De volta a São Paulo, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, concluindo o curso em 1913. Nesse mesmo ano publicou seu primeiro livro “Poemas do Vício e da Virtude”. No ano seguinte voltou para Itapira, onde trabalhou como advogado e dirigiu os jornais, Diário de Itapira e O Grito!

Em 1917, Menotti Del Picchia, futuro modernista, publicou o poema “Juca Mulato”, onde fixa o temperamento triste do brasileiro, que foi reproduzido em diversos jornais do país. Com inovações de linguagem, a obra levou o autor ao reconhecimento nacional. Nesse mesmo ano publicou o poema “Moisés”.

Menotti Del Picchia foi um dos articuladores e ativista da Semana de Arte Moderna, que ocorreu em São Paulo, entre 13 e 18 de fevereiro de 1922. O autor abriu a segunda noite, a mais importante e a mais tumultuada da Semana, com uma conferência em que era negada a filiação do grupo modernista ao futurismo de Marinetti, mas defendia a integração da poesia com os tempos modernos, a liberdade de criação e, ao mesmo tempo a criação de uma arte genuinamente brasileira.

Em 1924, Menotti criou, junto com Cassiano Ricardo, Plínio Salgado e Guilherme de Almeida, o Movimento Verde e Amarelo, como reação ao tipo de nacionalismo defendido por Oswald de Andrade.

Em 1933, convidado por Assis Chateaubriand, assumiu a direção do jornal Diário da Noite. Em 1938 foi indicado pelo governador Ademar de Barros, para a direção do Serviço de Publicidade e Propaganda do Estado de São Paulo. Em 1942, passa a dirigir o jornal A Noite. Em 1943, ocupou a cadeira n. 28 da Academia Brasileira de Letras.

Entre os anos de 1926 e 1962, Menotti ocupou os cargos de deputado estadual em duas legislaturas e federal em três legislaturas, ambos pelo Estado de São Paulo. Em 1960 recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia. Em 1968 foi agraciado com o título de Intelectual do Ano. Em 1987, é inaugurada em Itapira, a Casa Menotti Del Picchia, para preservação do seu acervo.

Menotti Del Picchia faleceu em São Paulo, no dia 23 de Agosto de 1988.

Obras de Menotti Del Picchia

Do Vício e da Virtude, 1913
Moisés, 1917
Juca Mulato, 1917
Angústia de D. João, 1922
O Amor de Dulcinéia, 1926
República dos Estados Unidos do Brasil, 1928
A República 3000, 1930
Salomé, 1930
Kalum o Sargento, 1936
Kamunká, 1938
Dente de Ouro, 1946
Deus Sem Rosto, 1967

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