Aula VII: Parapsicologia e Misticismo Aplicada...
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ESTUDOS

C.G. Jung - Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo

 

ESTE VÍDEO É UMA TRADUÇÃO ELETRÔNICA DO ORIGINAL, POR TANTO ENCONTRAREMOS ERROS DE CONCORDÂNCIA VERBAL E GRAMATICAL.

DE PROFUNDA RELEVÂNCIA PARA A CONSTRUÇÃO O DESEVOLVIMENTO E PECEPÇÃO DA DISCIPLINA. 

https://www.youtube.com/watch?v=uCYA47X4mpc 

1. A ansiedade é uma característica humana, mas é preciso individualizá-la

A terapia junguiana parte de conceitos como os arquétipos ou o inconsciente coletivo para mostrar uma ideia. O ser humano compartilha um mesmo substrato psíquico de onde surgem alguns elementos comuns que nos definem. Existem alguns instintos, algumas sombras, alguns impulsos que todos (de acordo com essa teoria) compartilham igualmente.

  • A ansiedade é aquele tapete sobre o qual, de alguma forma, todos nós nos movemos diariamente. É uma emoção carregada de sofrimento que parte do acima mencionado: a sensação de que 
  • vivemos em um ambiente que nem sempre é seguro.
  • Agora, embora todos os seres humanos tenham essa dimensão em comum (de forma latente ou manifesta), há um fato que define essa abordagem e que Jung esclareceu na época através da psicologia analítica. Somos obrigados a nos individualizar. Emergir dessa estrutura que todos nós compartilhamos para nos vermos como seres autônomos e independentes.
  • Dessa forma, cada pessoa que lida com a ansiedade diariamente deve ser capaz de definir o que sente, o que percebe e, acima de tudo, do que precisa.
  • A terapia junguiana usa uma metodologia próxima, um procedimento dialético em que o terapeuta deve ser capaz de se conectar com a personalidade do paciente para estimular o seu conforto e autonomia. Perceber-se, em essência, como um agente ativo da sua cura.

Tarefa:

Diante do exposto no vídeo, qual a sua avalição sobre o arquétipo no inconsciente coletivo e como a religião se apresenta nesse coletivo? (uma lauda)


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