A endemonização das religiões de matriz africana
Introdução Tarefa Processo Avaliação Conclusão Créditos

1- Começarei a aula apresentando o significado de intolerância religiosa aos alunos, falando um pouco sobre a quebra do xangô, e um prólogo das religiões de matriz africanas existentes, com o entendimento sobre diversidade religiosa, e um slide sobre uma pesquisa etnográfica participativa.

2- Faremos a leitura de uma matéria que fala a respeito da intolerância religiosa, e faremos uma leitura compartilhada, fazendo assim um estudo de caso e abordando a melhor maneira de resolver a situação em conjunto dispertando o censo de justiça de cada aluno.

3- Iremos fazer um semi-círculo dentro da sala de aula e rever conceitos ditos e ultrapassados perantes as religiões de matrizes africanas e fazer também o uso de um estudo de caso:

Estudo de Caso I

Criança de 11 anos sofre intolerância Religiosa, Veja:

A marca da violência está na cabeça da menina de 11 anos que foi agredida no Subúrbio do Rio por intolerância religiosa, mas esta não é a maior cicatriz. “Achei que ia morrer. Eu sei que vai ser difícil. Toda vez que eu fecho o olho eu vejo tudo de novo. Isso vai ser difícil de tirar da memória”, afirmou Kailane Campos, que é candomblecista e foi apedrejada na saída de um culto. Ela deu a declaração em entrevista ao RJTV desta terça-feira (16).

A garota foi agredida no último domingo (14) e, segundo a avó, que é mãe de santo, todos estavam vestidos de branco, porque tinham acabado de sair do culto. Eles caminhavam para casa, na Vila da Penha, quando dois homens começaram a insultar o grupo. Um deles jogou uma pedra, que bateu num poste e depois atingiu a menina.

 

“O que chamou a atenção foi que eles começaram a levantar a Bíblia e a chamar todo mundo de ‘diabo’, ‘vai para o inferno’, ‘Jesus está voltando’", afirmou a avó da menina, Káthia Marinho.

 

Na delegacia, o caso foi registrado como preconceito de raça, cor, etnia ou religião e também como lesão corporal, provocada por pedrada. Os agressores fugiram num ônibus que passava pela Avenida Meriti, no mesmo bairro. A polícia, agora, busca imagens das câmeras de segurança do veículo para tentar identificar os dois homens.

 

A avó da criança lançou uma campanha na internet e tirou fotos segurando um cartaz com as frases: “Eu visto branco, branco da paz. Sou do candomblé, e você?”. A campanha recebeu o apoio de amigos e pessoas que defendem a liberdade religiosa. Uma delas escreveu: “Mãe Kátia, estamos juntos nessa”.

 

Iniciada no candomblé há mais de 30 anos, a avó da garota diz que nunca havia passado por uma situação como essa

 


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