Moral - ética e ética aplicada - Prof. Daniel
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ÉTICA APLICADA –

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Ética e Moral ÉTICA é o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, é ciência que se ocupa do estudo do comportamento humano e investiga o sentido que o homem confere às suas ações. - A palavra ética deriva do grego éthos, e significa comportamento ou aquilo que pertence ao caráter. - Na Filosofia Clássica, a ética não se resumia à moral, mas buscava a fundamentação teórica para encontrar o melhor modo de viver e conviver, tanto na esfera privada como na pública. - ÉTICA é o conjunto de princípios e valores que o indivíduo utiliza para decidir as 3 grandes questões da vida: QUERO, DEVO e POSSO: • Tem coisas que eu QUERO, MAS NÃO DEVO; tem coisas que eu DEVO, MAS NÃO POSSO; e tem coisas que eu POSSO, MAS NÃO QUERO. • Assim, o indivíduo é considerado um ser ético (tem paz de espírito) quando consegue fazer aquilo que quer, pode e deve. - ÉTICA ≠ MORAL: a moral se fundamenta na obediência à normas, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos. Já a Ética busca fundamentar, investigar e explicar o (bom) modo de viver em sociedade. • OU SEJA, a Ética é teórica e a Moral é prática. • EXEMPLO: um indivíduo que tenha como princípio ético “não pegar o que não lhe pertence”. O seu comportamento moral é que dirá se ele roubará ou não, portanto, o seu comportamento será baseado ou não em um princípio ético. - ÉTICA ≠ LEI: apesar da Ética constituir uma das várias fontes da Lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência. • EXEMPLO: homem que é agredido por seus vizinhos, quando tomam conhecimento da prática de abuso sexual contra menores. - CARACTERÍSTICAS DO SUJEITO ÉTICO: • ser consciente de si e dos outros, • ser dotado de vontade e capacidade para controlar impulsos e sentimentos, bem como ser capaz de distinguir e decidir entre várias alternativas possíveis; • ser responsável, isto é, reconhecer-se como autor de suas ações; • ser livre para fazer sua próprias escolhas. Adolfo Sánchez Vázquez conceitua Ética como a “ciência do comportamento moral dos homens em sociedade. É uma ciência, pois tem objeto próprio, leis próprias e método próprio. O objeto da Ética é a moral”. MORAL é um conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupos ou pessoas determinadas, ou seja, regras estabelecidas e aceitas pelas sociedades durante várias épocas, com culturas e costumes diferentes. - CONFUSÃO ETIMOLÓGICA: éthos (do grego) e mos (do latim) teriam o mesmo sentido = costume, modo de ser, hábito. “Ética e Moral” – Texto extraído de prova aplicada pelo CESPE, em 2006, para o cargo de técnico bancário: “Ética tem origem no grego ethos, que significa modo de ser. A palavra moral vem do latim mos ou mores, ou seja, costume ou costumes. A primeira é uma ciência sobre o comportamento moral dos homens em sociedade e está relacionada à Filosofia. Sua função é a mesma de qualquer teoria: explicar, esclarecer ou investigar determinada realidade, elaborando os conceitos correspondentes. A segunda, como define o filósofo Vázquez, expressa “um conjunto de normas, aceitas livre e conscientemente, que regulam o comportamento individual dos homens”. Ao campo da ética, diferente do da moral, não cabe formular juízo valorativo, mas, sim, explicar as razões da existência de determinada realidade e proporcionar a reflexão acerca dela. A moral é normativa e se manifesta concretamente nas diferentes sociedades como resposta a necessidades sociais; sua função consiste em regulamentar as relações entre os indivíduos e entre estes e a comunidade, contribuindo para a estabilidade da ordem social”. ÉTICA MORAL PRINCÍPIO ASPECTO DA CONDUTA PERMANENTE TEMPORAL UNIVERSAL CULTURAL REGRA COMPORTAMENTO TEORIA PRÁTICA REFLEXÃO = MODO DE AGIR AÇÃO PRINCÍPIOS, VALORES e VIRTUDES PRINCÍPIOS são preceitos, leis ou pressupostos considerados universais, que definem as regras pelas quais uma sociedade civilizada deve se orientar. - Amor, felicidade, liberdade, paz, plenitude, verdade, justiça, igualdade e solidariedade são exemplos de princípios universais. - Em geral, os princípios regem a nossa existência e são comuns a todos os povos, culturas, eras e religiões, independentemente da nossa vontade. VALORES são normas ou padrões sociais geralmente aceitos ou mantidos por determinado indivíduo, classe ou sociedade, portanto, em geral, dependem da cultura relacionada com o ambiente onde estamos inseridos, seja pessoal ou profissional. - VALORES ≠ PRINCÍPIOS: princípios são universais e inabaláveis; e valores são pessoais, subjetivos e, portanto, contestáveis. - Solidariedade, honestidade, verdade, lealdade, bondade, altruísmo são exemplos de valores = mesmos exemplos de princípios, mas a aplicação se dá de forma diferente. - EXEMPLO: quanto ao conceito de felicidade, pessoas de origem humilde têm valores diferentes daquelas de origem mais abastada. Afinal, o dinheiro traz felicidade? - O que vale para um indivíduo não vale necessariamente para os demais, inclusive no âmbito profissional. A aplicação dos valores pode ou não ser ética e depende muito do caráter ou da personalidade de quem os adota. - PORTANTO, agir com base em valores éticos, é uma opção de cada indivíduo. VIRTUDES são disposições constantes do espírito, as quais, por um esforço da vontade, nos inclinam à prática do bem. - Aristóteles afirmava que há duas espécies de virtudes: • a intelectual, adquirida com o ensino e experiência. • a moral, adquirida com o resultado do hábito (prática repetida). - Assim, segundo o filósofo, nenhum homem é virtuoso por natureza, visto que adquire esta qualidade com a prática de valores éticos. - Considere-se os exemplos: • Hilter conhecia os princípios, mas preferiu ignorá-los e adotar valores como a supremacia da raça ariana, a aniquilação da oposição e a dominação pela força. Significa que também não dispunha de virtudes, pois estas são decorrentes dos princípios. • Madre Teresa de Calcutá e Mahatma Gandhi tinham princípios, valores e virtudes integralmente alinhados com a sua concepção de vida. Todos lutavam por causas nobres e tinham um ponto comum: a dignidade humana.

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